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(Te Indico) – Especial Literatura Japonesa

Olá pessoal,

Venho hoje mostrar a vocês um pouco da maravilhosa literatura japonesa que tanto influencia várias estórias em todo o mundo. Vou contar um pouquinho de uns livros que eu já li. Cada vez que leio um livro japonês eu fico mais apaixonada. Se você tem o costume de ler apenas livros americanos ou brasileiros eu recomendo que se aventure a ler obras de outras partes do mundo e garanto que vocês irão se surpreender e enriquecer seus conhecimentos e cultura. Esse será o primeiro post sobre livros de outras culturas, estarei falando mais para frente de outras nacionalidades que tenho apreciado a literatura.

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(RESENHA) BROCHADAS – JACQUES FUX

Sinopse: “Tudo aqui é verdade, exceto o que não invento”, adverte Jacques Fux, em forma de epígrafe, em Brochadas. Em sua estreia na Rocco, o autor mineiro, ganhador do Prêmio São Paulo por seu primeiro romance, Antiterapias, mistura as fronteiras entre ficção e realidade para narrar uma “Ilíada da impotência”, remontando ao passado da humanidade e a suas próprias origens em busca de respostas culturais, biológicas, místicas, artísticas e etimológicas para o funcionamento ilógico do pênis. Ao lado da erudição, caminha um humor judaico surpreendente, que perpassa toda a narrativa, costurada pelas lembranças dos amores passados do protagonista e pelos e-mails trocados com suas ex-namoradas. Um romance original que joga com os conceitos de metalinguagem e autoficção e tece uma análise irônica do “eu” na literatura.

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(RESENHA) AS VANTAGENS DE SER INVISÍVEL – STEPHEN CHBOSKY

Sinopse: “Ao mesmo tempo engraçado e atordoante, As vantagens de ser invisível reúne as cartas de Charlie, um adolescente de quem pouco se sabe – a não ser pelo que ele conta nessas correspondências -, que vive entre a apatia e o entusiasmo, tateando territórios inexplorados, encurralado entre o desejo de viver a própria vida e ao mesmo tempo fugir dela.

As dificuldades do ambiente escolar, muitas vezes ameaçador, as descobertas dos primeiros encontros amorosos, os dramas familiares, as festas alucinantes e a eterna vontade de se sentir “infinito” ao lado dos amigos são temas que enchem de alegria e angústia a cabeça do protagonista em fase de amadurecimento. Stephen Chbosky capta com emoção esse vaivém dos sentidos e dos sentimentos e constrói uma narrativa vigorosa costurada pelas cartas de Charlie endereçadas a um amigo que não se sabe se real ou imaginário. Continuar lendo