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(Resenha) Annabel Pitcher – Minha irmã mora numa prateleira

Sinopse

Jamie Matthews tem 10 anos de idade e uma família desintegrada por uma tragédia: aos cinco, sua irmã gêmea foi morta num ataque terrorista em Londres. De lá pra cá, sua mãe saiu de casa, seu pai bebe cada vez mais, sua irmã mais velha se transformou numa típica adolescente rebelde. Em meio ao luto e ao clima de ódio e ressentimento que Jamie sequer entende muito bem, ele encontra numa amiga de origem islâmica a companhia e o afeto de que precisa. Livro de estreia de Annabel Pitcher, Minha irmã mora numa prateleira recebeu resenhas elogiosas de publicações de prestígio na Grã-Bretanha como o Guardian e o Telegraph.

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(Resenha) Jay Asher – Os 13 Porquês

Sinopse

Ao voltar da escola, Clay Jensen encontra um misterioso pacote com várias fitas cassetes. Ele ouve as gravações e se dá conta de que foram feitas por uma colega de classe que cometeu suicídio duas semanas antes. Nas fitas, ela explica que 13 motivos a levaram à decisão de se matar. Clay é um deles. Agora ele precisa ouvir tudo até o fim para descobrir como contribuiu para esse trágico acontecimento.

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(Resenha) Jodi Picolt – A Menina de Vidro

Sinopse: Até onde você iria para garantir o futuro de um filho? Quando Willow nasce com osteogênese imperfeita, uma doença grave que a faz ter ossos extremamente frágeis, seus pais, Charlotte e Sean, ficam arrasados – a menina vai sofrer centenas de fraturas ao longo de sua existência e ter uma vida de dor. Se ela casualmente tropeçar e cair, pode ter uma fratura exposta e passar os seis meses seguintes numa tala ortopédica que envolve metade de seu corpo e a impede de andar. Depois de anos de cuidados constantes com Willow, sua família está à beira da falência. Até que uma dupla de advogados oferece a Charlotte uma oportunidade de salvação: processar sua obstetra por nascimento indevido – ou seja, por não ter diagnosticado a doença de Willow cedo o bastante para que sua mãe pudesse optar por um aborto. A indenização pode assegurar a Willow um futuro tranquilo, mas para consegui-la Charlotte tem que processar a dra. Piper Reece, sua obstetra e melhor amiga – e afirmar perante o júri que gostaria que sua filha nunca tivesse nascido… Profundamente tocante, ‘A Menina de Vidro’ nos leva ao coração de uma família ligada pela tragédia, pela vontade desesperada de impedir que seus laços se rompam e, acima de tudo, pela imensa capacidade de amar. Com a graça e a sabedoria que a tornaram famosa, Jodi Picoult nos oferece neste livro uma história inesquecível sobre a fragilidade da vida e até onde estamos dispostos a ir para protegê-la.

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(RESENHA) AONDE A GENTE VAI, PAPAI? – JEAN-LOUIS FOURNIER

Sinopse: “Aonde a Gente Vai, Papai?” é a pergunta, repetida incansavelmente, que uma das crianças faz sempre que entra em um carro. Seria normal, se a pergunta não se repetisse por mais de dez anos. Seus dois “passarinhos”, os irmãos Thomas e Mathieu, jamais aprenderiam a ler, jamais compartilhariam com o pai as aventuras de um personagem de história em quadrinhos.

Fournier mostra que o riso é quase proibido àqueles que convivem com a tragédia; que é pecado fazer graça de um filho lambuzado – algo que diverte os que acompanham o desenvolvimento normal das crianças. Fazer piadas torna-se um passaporte para o inferno. Como se ele já não estivesse na Terra!

Sem medo de mostrar a fraqueza demasiado humana e o sentimento ambíguo que o levam a, por vezes, odiar aquelas eternas crianças, o autor só gostaria de ouvir os filhos se gabarem dele por terem um pai que cria desenhos animados e histórias que muitos outros não fazem. Mas Thomas e Mathieu não entendem seus desenhos nem lêem suas fábulas. Essa experiência paterna é relatada por Fournier sem apelo, com franqueza e ternura singulares.

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(RESENHA) Quarto – Emma Donoghue

Sinopse: “Para Jack, um esperto menino de 5 anos, o Quarto é o único mundo que existe. É onde ele nasceu e cresceu, e onde vive com sua Mãe, enquanto eles aprendem, leem, comem, brincam e dormem! Ali há maravilhas infindáveis para soltar a imaginação. À noite, sua Mãe o fecha em segurança no Guarda-Roupa, onde ele deve estar dormindo quando o velho Nick vem visitá-la. O quarto é o lar de Jack, mas, para sua Mãe, é a prisão onde o Velho Nick a mantém há sete anos. Com determinação, criatividade e um imenso amor maternal, a mãe criou ali uma vida para Jack. Mas ela sabe que isso não é suficiente, para nenhum dos dois. A curiosidade de Jack vai crescendo, assim como o desespero da Mãe, e ela elabora então um ousado plano de fuga, que conta com a bravura de seu filho e com uma boa dose de sorte. O que ela não percebe, porém, é como está despreparada para fazer o plano funcionar.”

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